Qual das pílulas? Azul ou Vermelha? Ou existe uma outra?

Querido viajante cósmico,

pílula azul vermelha dualidade

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Todos, creio que sem exceção, que navegam pelo meu blog, devem ter assistido o filme Matrix. Sim, um filme bastante elucidativo e que de alguma forma, representa o estágio atual da maioria das pessoas de nossa humanidade.

 

Tem uma cena onde o personagem principal, Neo, é confrontado por Morfeus a escolher uma das 2 pílulas, a vermelha ou azul. De uma forma bem clara, a luz ou a escuridão. No caso do filme, a Matrix ou a liberdade. Boa pegadinha.

 

É exatamente sobre essa cena que vamos trabalhar neste post.

 

Devemos escolher qual das pílulas?

 

Se você analisar o filme, não quero sugestionar, você vai perceber que o sentimento de Neo, tanto na pílula azul quanto na vermelha é o mesmo, ele sente as mesmas coisas tanto na Matrix quanto fora dessa suposta Matrix.

 

Na verdade, o filme sugere que escolhamos a luz, fora da suposta Matrix. Certo? Pois é, neste ponto que a maioria se confunde. O filme de uma forma muito clara, nos mantém na mesma e velha Matrix, pois só uma pessoa pode lhe oferecer e lhe dar sua liberdade: Você. Se alguém lhe oferecer isso, saia correndo.

 

A dualidade, criada e permitida por nós, pode ser experimentada, assim como fizemos durante éons de tempos, ou pode ser definitivamente resolvida. Você já percebeu que quando a Luz faz uma extrema força contra a escuridão, essa reage imediatamente? E vice-versa? E que isso pode não ter fim se tudo não for de fato compreendido? Ah sim, reiterando, éons de tempo, muitos milhões de anos neste tempo linear.

 

Quer dizer então Mauro que não devemos escolher nenhum das pílulas? Sim, isso, de alguma forma é isso, mas também não é isso. Quando escolhemos qualquer uma das pílulas em negação à outra, estamos julgando, e fazendo o mecanismo da dualidade ser mais aparente, como se fosse um elástico, se puxarmos uma ponta, a outra imediatamente reage. Certo? É assim que a dualidade funciona, aqueles que querem ser luz, em detrimento daqueles que são escuridão, não percebem que ao fazer força para a Luz, negando a escuridão, estão na verdade fazendo com que a escuridão se projete com mais força, ou seja, a eterna luta do bem e do mal. Estão perpetuando essa luta inacabável na dualidade.

 

Vamos resolver isso de uma vez por todas? Você quer saber como?

 

Então, todos nós carregamos dentro de nós, mesmo não fazendo parte de nós, todos os aspectos de escuridão e todos os aspectos de luz, isso é fato inconteste, mas a maioria que ser apenas o lado supostamente “luz” da questão e esquece essa pequena questão.

 

Sim, estou dizendo que temos tudo, amor, ódio, humildade, arrogância, medo, coragem, etc. Todos temos, basta fazer uma análise em você mesmo, e você vai saber que estou falando a mais pura verdade.

 

Devemos, para “resolver” todas essa questões dualísticas, unificar dentro de nós todos os aspectos, pois aquilo que veementemente julgamos nos outros, na verdade é algo em nós que clama por amor. Sim, amar nosso lado escuridão para terminar com essa luta. Ah, podemos também estar julgando aspectos de luz, e isso ocorre muito.

 

A escolha final, sem julgamentos, livre de qualquer preconceito, pode ser qualquer uma das duas pílulas ou até mesmo outra, não importa, vamos fazer aquilo que temos que fazer e nada mais. Isso eu chamo de Vontade Divina, mas não é uma vontade que aparentemente nos remete à questão de fazer o bem, nada disso, é uma escolha com a visão do todo, pois quando você está devidamente unificado, pode até ser uma solução em que muitos possam não gostar e pode soar mal.

 

O mais interessante é que a medida que você vai se unificando, escuridão e luz, você simplesmente não participa mais de contendas de dualidade, você voa sobre isso tudo, e quanto mais você voa sobre isso tudo, ms você auxilia à todos. A visão do TODO, da unificação, sempre, pode ser depois de muito tempo, vai beneficiar muitos, mas nem sempre, num primeiro instante, vai ser amada por todos.

 

De uma forma mais significativa, eu falo de um processo pessoal, não falo de um processo coletivo, que  isso fique bem claro.

 

Eu Sou Mauro Muller, Eu existo

Oh-Be-Ahn

 

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