O DRAGÃO DO DESPERTAR

Querido viajante cósmico,

Dragão Despertar

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Pois é, dizem, que estamos em tempos únicos neste maravilhoso planeta e que muitos vão começar a sentir o “gosto” do despertar.

 

O despertar nada mais é do que tomarmos plena consciência de QUEM somos verdadeiramente: Deus. Sim, apenas isso, mais nada. Mas, como sabemos, gostamos de dificultar um pouco as coisas e surge, por conta de uma série de fatores, o Dragão do Despertar.

 

O Dragão do Despertar aparece “simplesmente” para nos retirar todos os véus que dificultam que vejamos e sintamos, de forma consciente, QUEM SOMOS, ou mesmo, proveniente da consciência de massas, para nos colocar mais e mais véus, pois, por medo, essa consciência faz de tudo para não permitir que avancemos, ou mesmo, por uma luta de poder de nossos próprios aspectos, o que faz tudo turvar.

 

O Despertar começa quando começamos a questionar nossa vida, sentimos algo lá no fundo que nos garante que existe muito mais do que isso que estamos vendo. Sentimos um chamado interno, um aperto avassalador no coração, uma profunda tristeza, e em muitos casos, uma profunda depressão. Este aperto é às vezes tão intenso que ficamos com medo de dar o primeiro passo rumo ao despertar, mas não tem mais volta, ele começa a nos corroer de tal forma, que não temos escolha.

 

De repente, no começo da caminhada, como um passe de mágica, sentimos de forma contundente que somos de fato Deus, e isso dura alguns instantes, aquela sensação de PAZ e EXPANSÃO, algo que as palavras não podem dizer. Mas, pois é, como eu sempre digo, o velho e bom “mas”, este momento de percepção termina rapidamente e queremos reavê-lo  24/7 horas por semana, queremos reconstruir de forma mental aquilo que sentimos em nosso mais íntimo espaço do coração, mas é em vão, não conseguimos.

 

Então, começa a festa do Dragão do Despertar, e ao invés de ficarmos recolhidos e deixando as coisas acontecerem, o que fazemos? Livros e mais livros, terapias, técnicas, descobrimos muitas e muitas coisas, descobrimos as manipulações, ficamos bravos, mas ainda persistimos em não refletir e não nos amar exatamente do jeito que somos, apenas isso bastaria.

 

O Dragão, talvez pela quantidade de livros que consumimos neste período, nos tira tudo, absolutamente tudo, nos tornamos fracos, alvos fáceis de um monte de seitas/ordens que dizem que possuem o remédio, o Santo Graal, para que sintamos novamente aquilo, aquele sentimento profundo de união total com nós mesmos.

 

Caímos, vamos lá no fundo, sem necessidade, mas sabemos que essa viagem terá um fim, mesmo que não seja nesta vida. Perdemos toda aquela força e vontade de viver que tínhamos antes de começar a viagem, perdemos nossos badalados empregos, família, conceitos, um monte de coisas, ficamos uns trapos. Buscamos desesperadamente uma solução em qualquer um que se apresenta como o salvador, e esquecemos que nada precisa ser salvo, que somos nós mesmos que devemos tomar uma atitude final e nos assumir completamente.

 

Somos confrontados com toda nossa escuridão, e geralmente, no começo, a negamos, pensamos que não somos capazes de fazer tais coisas, como por exemplo, para não dizer coisas piores: mentir e ser egoistas. Esquecemos que a única coisa que de fato é importante é nos aceitar incondicionalmente, mas ainda tentamos ser de uma forma imposta pela sociedade, pelas religiões, pelos pais, etc. Sabemos que o caminho é soltar tudo isso, mas é muito difícil, pois, afinal, é a sociedade em que vivemos, nossa religião, nossa família, uma luta cruel, tentamos reconciliar tudo isso com o despertar, mas sabemos que não tem como.

 

O Dragão do Despertar vai fazendo mais e mais estrago, perdemos tudo, absolutamente tudo, até nossa fé, nossa esperança de uma vida de alegria, nossa dignidade, o auto-respeito, e quando tudo parece sem esperança, devagar, “isso conseguimos sentir”, percebemos, que estamos nos reencontrando, que um novo sol está despontando, mas, a mente nos leva de volta para o fundo mais uma vez, estamos cansados, precisamos encontrar forças para sair de tudo isso, pois sabemos que se nos colocamos nessa situação, a solução para sair se apresentará.

 

Isso pode levar anos, somos facilmente manipulados por grupos que se dizem iluminados e quando checamos como andam a vida das pessoas envolvidas, percebemos que estamos iguais ou até melhores que eles, é decepcionante, parece que estamos sós e abandonados. Percebemos que a maioria, com raras exceções, não sabe do que está falando, pois, a maioria repete textos e clichês. Ainda continuamos a procurar fora aquilo que podemos achar facilmente dentro de nós mesmos, aquela força, aquela alegria, aquela satisfação, a satisfação pela vida, a alegria da vida e da experiência. De repente começamos a entender que o único jeito que devemos ser é igual a nós mesmos, começamos a saber que não precisamos mudar nada, absolutamente nada do jeito que somos, mas neste ponto já descobrimos coisas incríveis ao nosso respeito, começamos a vislumbrar uma gloriosa saída ou se quiser, retorno, ressurreição.

 

Ainda surgem no horizonte pessoas que dizem como devemos ser, que dizem como deve ser nosso trabalho e este monte de conversa. Em alguns momentos pensamos que essa viagem nunca vai acabar, mas sabemos, lá no fundo que ela vai ter um fim, e que vamos sair deste turbilhão fortes, sábios, com muito mais vontade de viver uma vida gloriosa. Descobrimos dons que nunca pensamos que tínhamos e finalmente descobrimos que somos, assim como sempre fomos, responsáveis 100% por nossa realidade, só que a partir deste momento vamos cria-la consciente, assumimos nossa divindade e sabemos que devemos interagir com as energias. Lembre-se, Jesus, se é que o fez, colocou o dedo no água para transforma-la em vinho.

 

Olhamos para trás e percebemos que nossa vida mudou completamente, tudo, absolutamente tudo, nos tornamos gloriosos, co-criadores e colocamos a mão de Deus, a nossa mão, na massa, vamos fazer acontecer. Olhamos para trás e agradecemos todos aqueles que participaram de alguma forma deste Despertar.

 

Nos tornamos de fato uma criança, pronta para nos divertir com todos os momentos que a vida nos oferece, reintegramos nossa escuridão, nosso Lúcifer, nosso Espírito aqui e agora. Saímos dessa grande hipnose planetária e sentimos uma profunda compaixão por tudo que estamos e não ficamos de braços cruzados, sentimos uma vontade enorme de avisar os outros, aqueles que realmente querem. Observamos como os seres deste planeta são fáceis de serem manipulados e colocados numa prisão sem sequer perceberem. Para muitos nos tornamos azedos, mas para muitos, eles percebem e sabem, nos tornamos seres profundamente amorosos.

 

Depois que escrevi este texto uma pessoa disse que tem muito mais. Sim, tem muito mais, muita coisa mental e a minha sugestão é: Cala a boca mente e vá se divertir.

 

Enfim, eis que Eu Sou O Que Eu Sou.

 

Eu Sou Mauro Muller, Eu existo

Oh-Be-Ahn

 

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