Você precisa fazer isso apenas uma vez

Resultado de imagem para liberdadeNascemos, lindos, maravilhosos e livres. Pois é, passam uns dias e começam com aquele GUTI GUTI, aquele monte de baboseiras, parecendo que somos grandes idiotas. No fundo olhamos para aquele adulto e pensamos: “Que bobão. GUTI GUTI o caramba, saia da frente, eu quero me divertir, eu quero viver.” Mas, como todos sabemos, estamos ainda tentando entender o que acontece: Novamente? Affffffffff.

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Depois vem o aviãozinho de comida. Caraca, que saco. Estamos perto dos 3 anos de idade e já incorporamos aquele monte de merda e medos dos adultos. Frequentamos locais com os pais que sem saber o que fazem, pois passaram pelo mesmo processo, e dizem: “Nossa, aquele menino é tão quietinho.” Estamos lá, nos sentindo rejeitados, afinal, descobrimos que precisamos ser quietos, até meditar, para que nos aceitem. Eita, adultos são terríveis.

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Chegamos aos 8 anos de idade, ensaiam nos levar para um psicologo, outro “dorminhoco, para saber se tem algo errado conosco, pois ainda, de uma forma tímida, tentamos ser quem somos, queremos nossa liberdade. Mas, não adianta, os adultos, sempre os adultos, sim, aqueles, os mais velhos e idiotas, pensam que podem nos manter presos.

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A luta persiste, e aquele ar de liberdade que tínhamos quando de nosso nascimento, foi-se embora. Neste momento, chegamos na adolescência, nosso último reduto de liberdade. Começamos a flertar, começamos a sentir o gostinho do apelo sexual. Mas, da mesma forma que antes, aparecem os imbecis de plantão, aqueles amiguinhos e amiguinhas que não querem nos ver livres, afinal, quem somos nós para a liberdade? Dizem, você não consegue aquela “gata” ou você não chega aos pés daquele “menino”. Caraca, já naquele momento nos deparamos com um bando de gente presa, um bando de idiotas, um bando que quer nos ensinar com devemos ser. Lamentável, somos vencidos. Mas, no fundo, sabemos, que em algum lugar do futuro, tudo isso será resolvido, afinal, só queremos nossa liberdade de volta.

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Ah, fazemos vestibular, somos taxados de isso e daquilo, somos rotulados. Depois, provavelmente, casamos com alguém que na maioria das vezes, não tem nada a ver conosco. Que inferno, agora, somos cheio de rótulos, cheios disso, presos, aquela vidinha +-. Ou colocamos um basta nisso, ou essa vidinha vai nos nocautear.

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A maioria se deixa levar, afinal, é mais fácil assim, uma falsa liberdade.

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Mas, aparecem os malucos, aqueles que querem a verdadeira liberdade e nem sequer sabem onde começar, são tantas crenças de como devemos ser, que é muito difícil. Provavelmente vamos entrar para algum tipo de igreja, depois outo, outro, e mais outro. Depois, vamos para uma destas ordens secretas e depois para outras. Tudo isso para aprendermos com devemos ser, como devemos ser perante nós mesmos, como devemos largar toda a hipocrisia e assumirmos quem de fato somos. Mas, nestas idas e vindas nas igrejas e ordens secretas, descobrimos que estes sim, estão mais cheio de crenças do que qualquer outro, estão cheio de livros e conceitos. Você lha, observam tenta ser igual Jesus, Buda, fulano, siclano, pois quem sabe assim, você poderá ser aceito. Mas, no fundo você sabe, não é isso, preciso assumir quem eu de fato sou, com todos as minhas qualidade e defeitos, assumir integralmente quem você É e não quem você pensa que é.

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Sim,é preciso ser autêntico com nós mesmo, precisamos experimentar absolutamente tudo e ver por nós mesmo como é este negócio de liberdade. Paga-se, por assim dizer,um preço muito alto pela liberdade, pois somos taxados de malucos ou desagregados, pois vivemos na margem da humanidade, apenas observando, mas sabemos no fundo que temos algo que a grande maioria, 99,99999999999%, seque imagina. Mesmo eles, aqueles que nos rotulam, sabem, no fundo, que temos algo que eles também querem, mas por medo, simplesmente não avançam ou sequer perguntam como chegar à verdadeira liberdade que em último degrau nos leva ao amor incondicional.

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Caminha rumo à liberdade é pessoal e intransferível, e se você ainda procura em sites ou gurus, não que eles estejam errados, você ainda não descobriu. Ninguém, absolutamente ninguém vai lhe mostrar o caminho, não tem jeito, é pessoal. Mas, como eu sempre falo o caminho para a verdadeira liberdade, para o entendimento de múltiplas realidade simultâneas e tudo o mais, é individual e se alguém, mesmo eu, disser como você deve chegar lá, pule fora, isso é uma armadilha.

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Retornando ao assunto do título do texto, você só vai fazer isso uma vez, mas a decisão de quando é sua, pois o caminho pode ser muito doloroso. . Muitos reclamam que meus textos não são claros, mas como eu já falei outras vezes, a ideia é essa mesmo, o caminho é individual e eu estaria sendo imprudente em tentar tirar o direito de ser VOCÊ.

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Mauro Muller

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